29 de maio de 2009
Volapük no Gouveia Art Rock 2009
28 de maio de 2009
NHX e o electrojazz com toque zeuhl
A forte presença do baixo e a manipulação rítmica para criação de crescendos ritualísticos, no entanto, parece vir direto da história zeuhl de seus membros.
Abaixo uma das músicas do segundo álbum, NHX II.
Total improvisation, including the loops. Or some “free”, like free jazz or... free parties, which we often attended in the name of freedom! So yes, our music IS a little angry, it simply reflects the vision we have of a highly controlled and monitored society. I agree that we may sound a little extreme if you expect lounge music from us… (Dominique Poutet, produção e mixagem)
22 de maio de 2009
John Zorn com sua Electric Masada
PS.: Outro dia descobri que John Zorn e Marc Ribot (por convite do Cyro, presumo), participaram do álbum da Marisa Monte Mais. Bizarro.
1 de abril de 2009
Ashley Kahn e a história de duas obras-primas
Kahn ainda reserva boa parte do livro explorando o impacto do álbum sobre a cultura musical dos Estados Unidos, esmiuçando, especialmente, o contexto espiritual em que foi gestado, e que acabou por provocar reações equivalentes nos músicos e nos ouvintes. Há grande quantidade de testemunhos colhidos entre vozes da música - da época e dos tempos de hoje - que confirmam a popularidade e influência da obra-prima de Coltrane inclusive para fora dos círculos de jazz.
A conotação espiritual que Coltrane deu ao álbum casou tão bem com a proposta free-jazz e improvisacional que, até hoje, este gênero do jazz está entrelaçado com sentimentos de transcendência, êxtase espiritual e prece. Coltrane e seu A Love Supreme provavelmente não foi o primeiro a explorar o jazz a partir desta perspectiva, mas sem dúvida é o que representa, de forma mais imediata, a idéia.
A abordagem espiritual-emotiva do free-jazz, a partir daí, vai se repetir em grande obras do gênero (Pharaoh Sanders, Karma; Archie Shepp, The Magic of Ju-Ju; Keith Jarret, Spheres; praticamente toda a discografia de Sun Ra; para ficarmos em apenas alguns exemplos), confirmando a impressão de que, à medida que o jazz se livra dos limites formais, das amarras dos acordes e das estruturas harmônicas, mais ele se aproxima de uma experiência etérea e transcendental.
Por isso, a leitura do livro de Kahn é bastante recomendada, pois traz à tona os propósitos e objetivos de Coltrane com o álbum, trazendo luz para esta interessante questão acerca da relação entre a música improvisada e a religiosidade.
27 de março de 2009
Ornette Coleman em São Paulo
Como aperitivo até a data do concerto, algumas apresentações recentes do quarteto, logo abaixo.
11 de março de 2009
Peter Brotzmann Chicago Tentet
Notem como todo o barulho vai se amontoando aos poucos e, logo, passa a prender a atenção. Em pouco tempo assimilamos o cataclisma, e percebemos como a massa sonora vai se movimentando conjuntamente, ora para uma direção ora para outra. A imagem que me vem é de uma paisagem em alto mar, quando as águas estão revoltas: à superfície, grandes ondulações e variações bruscas de corrente e altura; à distância, apenas a imensidão do mar, os detalhes se perdem e vemos apenas o conjunto.
26 de novembro de 2008
Sudio Zünd

Para quem não conhece, vai aí um pedaço do Magma tocando K.A. ao vivo no Le Triton.
Bobby Previte
1 de agosto de 2008
The Creator has a Master Plan

When you reach a spiritual level, you become the instrument yourself. (...) I just want them to feel me, I just show up and that's it. That's what the music sounds like. (...) I think people get the wrong idea about soloing, as if it means you have to play a lot of notes. It means you have more freedom to put more feelings through your music.
5 de fevereiro de 2008
Marco Benevento e convidados / Tonic, 9.2006
Parte 2.
Parte 3.
Parte 4.
For these shows, I decided I was going to invite some of my closest friends along to play and we'd just let the music go where it wanted. I've always thought that if you think too much about something, there winds up being this hesitation that throws the whole 'universal timing' balance off. With improvised music you want to let the music play you, so that's the approach we took. In this case, music is more like the wind that carries a little balloon through the sky, it's something to succumb to. When you think of an improvised performance as 'something you don't play' you may wind up with a better mind set. That concept paired with the fact that my friends are my biggest musical inspiration, completely allowed the music to come to life. The entire month of November is a brilliant memory.
Peter Kowald / Ken Vandermark Duo
31 de janeiro de 2008
Rova
9 de janeiro de 2008
3 de janeiro de 2008
Ruclub
O :ruclub 103, por exemplo, é todo dedicado ao The Core, que se revelou uma grata surpresa.
Não deixem de conferir.
Coltrane - One Down, One Up: Live at the Half Note
2 de setembro de 2007
29 de julho de 2006
PAX
I wanted a system that would be equal to the dynamics of curiosity. I wanted to have a music where I could have some fun.

Anthony Braxton
So, yes, I am in the underground, but actually, it feels like home.
30 de dezembro de 2005
Hermeto Ao Vivo
“O público que me acompanha já sabe que o disco é completamente diferente do show. Nunca é igual, porque, no palco, gosto de dividir a criação também com o público, que se sente dentro daquele arranjo. No meu trabalho de palco, também existe teatro, interpretação. Quem vai o meu show quer novidade.”
Hermeto se apresentou no SESC Interlagos em 29.06.2003, promovendo seu álbum Mundo Verde Esperança (RM, 2003). Para o deleite do leitor, duas interpretações.
Entrando pelos Canos (11.52 MB)

24 de dezembro de 2005
Interseção
6 de novembro de 2005
Hands down

Outside, the thunder continued; inside the club, it had exhausted itself."

Um disco absolutamente genial. Mais uma vez, Brötzmann deixa a platéia em estado de ebulição. Infelizmente, já está esgotado (Okkadisk, 1999).




